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Joceli Coan

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Israel e o Conflito com o Hamas

Israel e o Conflito com o Hamas


Joceli Coan


Vamos tentar entender um pouco sobre o conflito entre Israel e o Hamas, na minha modesta visão.
Israel ficou independente em 1948, com o projeto do Brasileiro Oswaldo Aranha, ministro das Relações exteriores na época.
Depois da segunda guerra mundial, muitos judeus fugiram das atrocidades cometidas por Hitler, voltando a Israel.
Desde então, Israel teve algumas guerras com o mundo árabe. Todas com grandes vitórias ocupando áreas dos países árabes. Quem é atacado e ocupa área de quem ataca, perde o direito constitucional. Preceito da ONU.
Digo mundo árabe, por que, atualmente existem no Oriente Médio em torno de 350 milhões de Árabes, sem considerar os Persas, atual Irã. Todos vizinhos de Israel, muçulmanos e alguns seguindo os preceitos do Islã radical, que conhecemos. Direitos das minorias, pouco ou quase nada são respeitados e as mulheres com limitação em ir e vir. Cultura centrada no patriarcal. É lei.
Inimigos históricos. Alguns países na época de Hitler, deram total apoio as atrocidades cometidas contra os Ciganos, Judeus, Maçons, oposição e os Comunistas.
É um erro dizer que somente judeus foram eliminados como vimos acima. Porém o grande objetivo era eliminar a raça conforme sabemos pela história.
Israel e a OLP realizaram um acordo em Camp David, EEUU, entre Rabin, Arafat e Clinton, dividindo as terras conforme resolução de 1967, definido pela ONU. Algum tempo depois, Arafat, OLP, volta atrás por pressão dos radicais muçulmanos, incluindo o Hamas que fazia parte radical da OLP.
Com o passar do tempo, e com a morte de Arafat, onde está localizada a Cisjordânia, começa uma paz mais duradoura e menos conflituosa. O crescimento da economia nesta área é superior a 6% ao ano. Esta região, muitos profissionais trabalham em Israel, tendo liberdade de ir e vir sem problema como na Faixa de Gaza.
A faixa de Gaza, ala mais radial dos palestinos, descontente com as melhorias nas relações com Israel, trava uma violenta batalha, matando dezenas de simpatizantes do Fatat atual partido que comanda a Cisjordânia na Faixa de Gaza e assume o comando desta área a 8 anos atrás.
O Hamas consta em sua constituição, que o objetivo principal é a eliminação e não reconhecimento do estado de Israel. Querem a destruição do estado reconhecido pela ONU.
Israel só dará autonomia e independência se o mundo árabe, incluindo o Hamas, reconheça o estado de Israel como nação, independente e livre.
Aliás, grande parte dos países mulçumanos não reconhecem o estado de Israel até hoje.
A Faixa de Gaza, o domínio é do Hamas, inimigo mortal do Fatat, que comanda a Cisjordânia, também Palestino. Há poucos meses tentaram uma conciliação entre as duas facções, sem muito progresso de consolidação em função de pontos de vista diferente.
A maioria dos países democráticos e alguns países muçulmanos, consideram o Hamas uma ideologia altamente perigosa e grupo terrorista. O povo é fortemente reprimido pelo próprio Hamas.
Somente alguns de esquerda no Ocidente acham que Israel é o único culpado pelo que está passando na Faixa de Gaza.
Três jovens judeus, que vinham da escola, são sequestrados e assassinados. Houve grande comemoração na faixa de Gaza, com muitos fogos e comemoração por esta atrocidade.
Judeus radicais como sinal de vingança, também assassinam um jovem palestino.
O Primeiro Ministro de Israel, pede desculpa a família do Palestino prendendo os envolvidos. Esta é a diferença de um estado de direito. Prender os assassinos.
Os radicais do Hamas, vibraram, comemoram e os assassinos viram heróis. Alimentam o ciclo de violência, incentivando outros jovens no futuro realizar a mesmas ações.
O Hamas, atualmente está isolado do resto do mundo, inclusive pelo Egito, país árabe e muçulmano. Também cortou o acesso a Faixa de Gaza. Vários soldados Egípcios foram assassinados pelo Hamas nos últimos anos. Agora, neste momento o Egito não liberou a entrada de ajuda humanitária faixa de Gaza? Por que será?
Mantinha estreita relações com o Irã e a Síria, recebendo ajuda militar e recursos para pagar os salários do funcionalismo do estado.
Com o problema interno da Síria e o envolvimento do Irã na guerra civil, o Hamas perde força e apoio militar e salários deixam de ser pagos, ficam sem saída econômica e militar.
O Hamas, chega a seguinte conclusão: Atacar Israel para chamar a atenção do mundo de sua situação que ele mesmo provocou . O isolamento inclusive de seus ex apoiadores, o Irã, a Síria e o Egito que faz divisa com faixa de Gaza.
Milhares de foguetes são lançados pelo Hamas, em direção a Israel. Reposta forte e contundente de Israel. Um dos exércitos mais bem preparado do mundo. Armas automáticas e com alto poder de acerto dos alvos a ser atingidos.
Utilizam crianças, idosos e mulheres como escudos, no local onde são lançados os mísseis, próximo de hospitais e escolas. Algumas pessoas que não fizerem esta proteção são torturas e algumas assassinadas.
O Hamas, sempre utiliza de artimanhas para sensibilizar a opinião publica mundial, colocando na Internet, crianças mortas da guerra civil da Síria, fotos chocantes que eles mesmos assassinaram com brutalidade que conhecemos.
Na Síria, 6.500.000 de crianças, passando necessidades de alimento e fora da escola, 60% das casas destruídas, e a população fora de suas casas por perseguição religiosa e ou políticas. As necessidades deste povo são enormes sendo considerado um novo holocausto dos mulçumanos provocados por eles mesmos. Tudo isso, provocado pela insanidade de governantes e terroristas psicopatas que nada tem de sentimentos em suas mentes. Mesma linha do Hamas cometem atrocidades na Síria.
Todos os cristãos foram tirados de suas casas, muitos crucificados em praça pública.
Israel quando ataca algum alvo, comunica que fará uma ação para destruir os lançadores de foguetes posicionados em direção a Israel. Evita a morte de inocentes. Hoje a ONU comunica que o Hamas tinha estoque de foguetes estocados em suas instalações que davam assistência as crianças.
Teremos paz, somente quando o mundo árabe parar com as atrocidades e reconhecer o Estado de Israel como nação de um povo, mudando o ciclo de violência que alguns muçulmanos pregam no mundo.
Os ditos de esquerda, na maioria dos casos apoiam os muçulmanos em suas atrocidades cometidos no mundo a fora. Mas, existem as contradições como a Rússia na Chechênia, matou e quase eliminou todos muçulmanos e aqueles que conseguiram escapar, hoje lutam na Síria, país que a Rússia apoia o ditador Barchar e no Iraque.
Mais de 85% dos muçulmanos pregam a paz entre os povos, mas 15% são considerados radicais e promovem mortes de inocentes em nome de Alá. Isto representa mais de 180.000.000 radicais muçulmanos no mundo num total de 1.200.000.000 (bi) de muçulmanos espalhados no mundo. Portanto 1.020.000.00 pacifistas.
Assassinatos em massa, estupro como vemos na Síria e outros países árabes.
Para alguns, inclusive os mal informados no mundo Ocidental, que os seus problemas são sempre dos outros países. Faltam assumir responsabilidades.
Para mim, a paz só chegará quando os radicais de qualquer credo, entenderem que a luta e a morte não é o melhor caminho para o futuro.
Devemos nos colocar no lugar do outro para melhor decidir o caminho que cada um deve trilhar, respeitando o ser humano por sermos todos filhos do mesmo Deus criador do Universo.
Teremos paz, liberdade, quando os muçulmanos radicais, e os países árabes aceitarem Israel como pais constituídos, neste caso Israel também encontrará a paz.
Nem todo muçulmanos é terrorista, mas todos terroristas são muçulmanos.
Todos os conflitos iniciados até agora, Israel sempre foi atacado e como não pode perder nenhuma guerra, por que será eliminado do mapa.
Agora comparar Israel a Hitler é de uma irresponsabilidade sem precedente. Israel está lutando contra grupo terrorista. Até países muçulmanos querem ficar afastados, evitando que influenciem e provoquem atentados como está ocorrendo na Síria, entre Sunitas e Xiitas, duas vertentes do Islamismo.
Cada um tem suas razões, suas visões, mas, devemos aceitar o antagonismo sem violência.
O conflito deve ficar apenas no campo das idéias. 


Joceli Coan. Todos os Direitos Reservados.

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